Mioma uterino: sintomas, tipos, tratamento e quando operar

Os miomas estão entre as alterações ginecológicas mais comuns: estimativas de referência indicam que até 70% a 80% das mulheres desenvolvem ao menos um até a menopausa — e só uma parte precisa de tratamento. Entenda o que o seu exame significa, conheça a classificação FIGO e os caminhos possíveis, do acompanhamento à cirurgia com preservação do útero.

Receber um laudo com as palavras “nódulo miometrial” ou “mioma uterino” costuma assustar mais do que deveria. O mioma, tecnicamente chamado de leiomioma, é um tumor benigno formado pelas células musculares do útero. Benigno aqui significa exatamente o que diz: não é câncer, não se transforma em câncer e, na imensa maioria dos casos, não traz risco de vida. Ainda assim, miomas podem alterar de forma importante a qualidade de vida — no sangramento, na dor, na fertilidade — e é por isso que merecem uma avaliação que vá além do diagnóstico em si.

Na prática do consultório, a pergunta raramente é “tenho mioma?“. Ela é, quase sempre, “o que eu faço com o mioma que tenho?“. E essa resposta depende de variáveis que precisam ser olhadas em conjunto: a localização do nódulo no útero, o tamanho, o número de miomas, a idade, os sintomas, o desejo de engravidar e o ritmo de crescimento ao longo do tempo. Nesta página, o Prof. Dr. Alexander Kopelman explica como essa análise é feita — incluindo a diferença entre mioma e adenomiose, condições distintas e frequentemente confundidas, e quando a miomectomia permite tratar os nódulos preservando o útero.

Resposta direta

O que fazer diante de um mioma uterino?

Mioma uterino (leiomioma) é um tumor benigno do músculo do útero — não é câncer e não se transforma em câncer. É muito comum: estimativas de referência indicam que até 70% a 80% das mulheres terão ao menos um mioma até a menopausa, mas apenas cerca de 25% a 30% apresentam sintomas relevantes, como sangramento menstrual aumentado, anemia, dor ou pressão pélvica. Mioma sem sintomas, em geral, é apenas acompanhado. Quando o tratamento é necessário, as opções vão de medicamentos e DIU hormonal à embolização, à miomectomia (retirada dos nódulos com preservação do útero) e à histerectomia — e a escolha depende da localização (classificação FIGO), do tamanho, dos sintomas e do desejo reprodutivo. A avaliação individual com ginecologista é indispensável para definir a conduta.

O que é mioma uterino

Os miomas uterinos, ou leiomiomas, são tumores benignos que se formam a partir das células musculares lisas do útero, o chamado miométrio. Crescem sob estímulo dos hormônios femininos (estrogênio e progesterona), o que explica por que surgem durante a idade reprodutiva e tendem a estabilizar ou regredir após a menopausa. Podem ser únicos ou múltiplos, medir de poucos milímetros a muitos centímetros e ocupar posições diferentes no útero — e é essa combinação, mais do que qualquer número isolado do laudo, que define o comportamento de cada caso.

O mioma é a alteração ginecológica benigna mais comum da idade reprodutiva. As estimativas de frequência variam conforme o método de rastreamento: o boletim clínico do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG, 2021) estima que até 70% das mulheres terão ao menos um mioma até a menopausa, e a FEBRASGO cita estimativas de cerca de 80% entre mulheres em idade fértil — na maioria das vezes sem qualquer sintoma. Em mulheres negras, os miomas são mais frequentes, aparecem mais cedo e tendem a evoluir com mais sintomas, o que justifica atenção redobrada às queixas.

Dois esclarecimentos evitam boa parte da ansiedade em torno do tema. Primeiro: mioma não vira câncer — o leiomiossarcoma, tumor maligno do músculo uterino, é uma doença rara e distinta, que não nasce da “transformação” de um mioma comum; crescimento muito rápido, sobretudo após a menopausa, é o sinal que pede reavaliação criteriosa. Segundo: ter mioma não é, por si só, indicação de tratamento. Estima-se que apenas 25% a 30% das mulheres com miomas tenham sintomas clinicamente relevantes — as demais descobrem o nódulo por acaso, em exames de rotina, e podem apenas acompanhá-lo.

A paciente chega ao consultório, muitas vezes, com a notícia de que tem mioma, e com uma ansiedade que não combina com uma doença benigna. Parte importante do meu trabalho é traduzir o que aquele laudo significa de fato. Nem todo mioma exige cirurgia. Mas todo mioma merece uma avaliação que olhe a paciente inteira: idade, sintomas, planos reprodutivos, qualidade de vida. A decisão nasce dessa conversa.

Prof. Dr. Alexander Kopelman
CRM-SP 103.944 · RQE 945031 · RQE 945032

Sintomas de mioma uterino: os sinais mais comuns

Sangramento menstrual aumentado

É o sintoma mais frequente: menstruação com volume ou duração maiores, coágulos e, em alguns casos, sangramento entre os ciclos. É típico dos miomas que alcançam a cavidade uterina (submucosos) e dos intramurais maiores. Sangramento que obriga a trocar o absorvente a cada 1–2 horas não deve ser tratado como “normal”.

Anemia, cansaço e queda de rendimento

A anemia por perda menstrual é a complicação mais subestimada dos miomas. Cansaço desproporcional, falta de ar aos esforços, palidez e queda de rendimento merecem um hemograma — e, quando a anemia está presente, controlar o sangramento se torna parte central do tratamento.

Dor pélvica e cólica intensa

Dor súbita e intensa é situação à parte: pode indicar degeneração ou torção de um mioma pediculado e pede avaliação no mesmo dia.

Peso pélvico e aumento do abdome

Miomas volumosos ou múltiplos aumentam o útero e podem causar sensação de peso ou pressão no baixo ventre — em alguns casos, com aumento visível do volume abdominal, que a paciente percebe na roupa antes de perceber em qualquer exame.

Sintomas urinários e intestinais

Quando o mioma comprime a bexiga, aparece vontade frequente de urinar; quando comprime o reto, constipação e desconforto para evacuar. São sintomas de vizinhança: não nascem do útero em si, mas do espaço que o mioma passa a ocupar na pelve.

Dificuldade para engravidar

É a minoria dos casos, mas acontece: miomas submucosos deformam a cavidade uterina e podem dificultar a implantação do embrião, além de se associarem a abortamento de repetição. Miomas intramurais grandes também podem interferir.

O que causa mioma no útero

Não existe uma causa única identificável na maioria dos casos. O que a ciência conhece são fatores que favorecem o aparecimento e o crescimento dos nódulos, atuando em conjunto: o estímulo hormonal (estrogênio e progesterona sustentam o crescimento — por isso os miomas pertencem à idade reprodutiva e tendem a regredir depois da menopausa), a predisposição genética (ter mãe ou irmã com miomas aumenta a probabilidade, e há alterações moleculares já descritas no tecido do mioma) e fatores metabólicos e reprodutivos associados em estudos populacionais, como obesidade, primeira menstruação precoce e nunca ter engravidado.

Vale dizer com clareza: não há alimento, exercício ou comportamento que explique sozinho o surgimento de um mioma — e a busca por um culpado costuma gerar culpa sem gerar decisão clínica. O que muda o rumo do caso não é descobrir “por que ele apareceu”, e sim caracterizar bem o nódulo (onde está, quanto mede, como cresce) e o quadro da paciente. É essa caracterização que orienta a conduta.

Tipos de mioma e classificação FIGO (0 a 8)

A localização do mioma no útero importa mais do que o tamanho — e é ela que a classificação da FIGO (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) organiza. Publicado em 2011 e revisado em 2018, o sistema numera os miomas de 0 a 8 conforme a posição na parede uterina: quanto menor o número, mais próximo da cavidade do útero; quanto maior, mais próximo da superfície externa. Essa numeração não é um detalhe de laudo: ela prediz o tipo de sintoma esperado e define a via de tratamento quando ele é necessário — miomas dentro da cavidade costumam ser operados por histeroscopia, sem cortes; miomas da parede e da superfície, por laparoscopia ou cirurgia robótica.

No vídeo abaixo, o Prof. Dr. Alexander Kopelman explica os três grandes grupos de miomas — submucosos, intramurais e subserosos —, por que cerca de 70% das mulheres com miomas não têm sintoma algum e em que situações o tratamento é realmente indicado.

Transcrição do vídeo

Nesse vídeo eu vou falar sobre uma das doenças mais comuns no organismo da mulher, que são os miomas ou leiomiomas do útero. Essa doença, segundo estudos, atinge quase 70% das mulheres em algum momento do seu período reprodutivo. Algumas mulheres apresentam nódulos únicos, algumas mais de dez nódulos ao mesmo tempo.

Cerca de 70% dessas mulheres não têm nenhum sintoma e o mioma é apenas acompanhado, não exige nenhum tipo de tratamento. Mas aproximadamente 30% vão ter sintomas que variam de alterações de fluxo menstrual, cólica menstrual e, mais raramente, quadro de infertilidade. É muito raro que o mioma isoladamente seja a causa de infertilidade — alguns estudos falam que isso acontece em cerca de 1% apenas das mulheres com infertilidade.

Os miomas se dividem em três tipos, de acordo com a localização que ocupam no corpo do útero. Quando aparecem na parte de dentro do útero, em contato com a mucosa uterina, são chamados de miomas submucosos. O endométrio, a camada que reveste o útero por dentro, também é chamado de mucosa uterina. Esses miomas encostam na mucosa, abaúlam e algumas vezes se projetam inteiramente na cavidade uterina. Costumam causar alterações de fluxo menstrual e pequenos sangramentos entre um período menstrual e outro. Esse tipo de mioma também está relacionado ao aumento do risco de aborto — por isso, para quem já vivenciou um abortamento ou está planejando uma gestação, quando o exame de imagem mostra um mioma submucoso é fundamental conversar com o ginecologista para verificar se há necessidade de retirá-lo.

O segundo tipo é o mioma que fica no meio da musculatura do útero, e pode se posicionar mais para a parte externa ou interna dessa musculatura. Alguns são intramurais e parcialmente submucosos, quando entram em contato com a mucosa uterina. Os leiomiomas intramurais podem ser completamente assintomáticos, mas costumam causar alteração no fluxo menstrual, aumentando tanto a duração quanto a intensidade. O quadro de dor relacionado ao mioma acontece de forma mais rara. Quando miomas grandes ficam na parte de trás do útero, podem comprimir o intestino e causar sintomas intestinais.

O terceiro tipo é o mioma subseroso, aquele que fica na parte externa e parece grudado no útero, coberto pela serosa — a camada de células que reveste o útero, também chamada de peritônio. Os miomas subserosos são os de menor impacto na qualidade de vida: boa parte não causa nenhum sintoma, dor ou alteração de fluxo menstrual.

Diante disso, como deve ser o tratamento dos leiomiomas? Em primeiro lugar, é importante lembrar que quase 70% das mulheres com miomas não têm nenhum sintoma, e nesses casos é indicado apenas acompanhamento. Não é preciso fazer nenhuma cirurgia para tratar miomas que não causam sintomas.

Os tipos de mioma na prática

A classificação FIGO numera os miomas de 0 a 8, conforme a posição no útero:

  • tipos 0 a 2 — submucosos: alcançam a cavidade uterina; são os que mais causam sangramento aumentado e impacto na fertilidade;
  • tipos 3 e 4 — intramurais: crescem na espessura da parede muscular do útero; são os mais comuns;
  • tipos 5 e 6 — subserosos: projetam-se para a superfície externa; quando volumosos, comprimem bexiga e intestino;
  • tipo 7 — subseroso pediculado: preso ao útero por um pedículo fino, com risco de torção e dor aguda;
  • tipo 8 — outras localizações: fora do corpo uterino, como os miomas do colo do útero (cervicais);
  • híbridos (ex.: tipo 2-5) — atravessam mais de uma camada e combinam características de dois grupos.

O tamanho entra na conta, mas nunca sozinho: um mioma submucoso de 2 cm pode causar sangramento incapacitante, enquanto um subseroso de 10 cm pode passar anos sem sintomas. A classificação correta exige ultrassonografia transvaginal de boa qualidade — e ressonância magnética da pelve em casos selecionados, como úteros muito volumosos, miomas múltiplos ou planejamento de embolização e cirurgia.

Mioma e gravidez: quando ele interfere na fertilidade

A maior parte dos miomas não impede a gravidez — o mioma isolado é causa pouco frequente de infertilidade. Quando há interferência, ela se concentra em situações específicas: miomas submucosos, que deformam a cavidade uterina, reduzem as taxas de implantação do embrião e aumentam o risco de abortamento — a diretriz da American Society for Reproductive Medicine (ASRM, 2017) reconhece benefício em removê-los por histeroscopia nesse contexto; e miomas intramurais volumosos que distorcem o endométrio, cujo impacto é discutido caso a caso, porque a evidência é menos definitiva. Miomas subserosos raramente afetam a fertilidade.

Durante a gestação, miomas podem crescer, causar dor por degeneração e, em parte dos casos, influenciar a posição fetal e a via de parto, mas a maioria das gestações com miomas evolui bem, com acompanhamento pré-natal adequado. A decisão de tratar antes de tentar engravidar não se toma pelo achado do exame, e sim pelo conjunto: tipo do mioma (FIGO), sintomas, idade, reserva ovariana e histórico reprodutivo.

Tratamento de mioma uterino: os cinco caminhos possíveis

1. Acompanhamento clínico

Miomas pequenos e sem sintomas, em geral, são apenas monitorados com consultas e ultrassonografias periódicas — conduta expressamente validada pelas diretrizes internacionais. Perto da menopausa, a tendência natural é de estabilização ou regressão. Acompanhar não é “não fazer nada”: é vigiar o ritmo de crescimento e os sintomas para agir na hora certa.

2. Medicamentos e DIU hormonal

O tratamento medicamentoso mira principalmente o sangramento: DIU hormonal, contraceptivos hormonais e ácido tranexâmico reduzem o fluxo em casos selecionados. Análogos e antagonistas de GnRH podem reduzir temporariamente o volume dos miomas — úteis, por exemplo, no preparo para cirurgia ou no controle da anemia. Medicamentos controlam sintomas, mas não eliminam os nódulos de forma definitiva.

3. Embolização das artérias uterinas

Procedimento de radiologia intervencionista em que se obstrui, por cateter, o fluxo de sangue que alimenta os miomas, levando à redução do volume e do sangramento — sem corte cirúrgico e com internação curta. É opção consolidada para casos selecionados, sobretudo sem desejo reprodutivo: o efeito sobre fertilidade e gestações futuras não é equivalente ao da miomectomia, miomas pediculados e submucosos respondem de forma diferente, e o planejamento costuma exigir ressonância magnética.

4. Miomectomia — retirar os miomas e manter o útero

A miomectomia remove apenas os nódulos, preservando o útero. Pode ser feita por histeroscopia (miomas submucosos, sem cortes externos), por videolaparoscopia ou por via robótica, conforme o caso. É a escolha habitual quando há desejo reprodutivo — com reconstrução da parede uterina em planos, parte decisiva da técnica. Importante saber: novos miomas podem surgir com o tempo, e esse risco faz parte da conversa de decisão.

5. Histerectomia — quando retirar o útero faz sentido

A retirada do útero é o único tratamento definitivo — elimina os miomas existentes e a possibilidade de novos nódulos. É considerada em casos selecionados: mulheres sem desejo reprodutivo, com sintomas importantes, miomas muito numerosos ou volumosos, ou quando as demais opções falharam. Sempre que tecnicamente possível, por via minimamente invasiva, com recuperação mais rápida.

Nem todo mioma precisa de cirurgia e nem toda cirurgia precisa retirar o útero

Existem dois erros opostos no tratamento dos miomas: operar cedo demais o que só precisava de acompanhamento, e normalizar por anos um sangramento que já causava anemia e limitava a vida. A proteção contra os dois é a mesma: uma avaliação estruturada, que revisa os exames de imagem com classificação FIGO precisa, mede o impacto real dos sintomas e coloca na mesa os planos reprodutivos da paciente antes de qualquer decisão.

Quando a cirurgia é indicada, a prioridade é a técnica que resolve com menor agressão: histeroscopia, videolaparoscopia ou cirurgia robótica, com sutura do útero em planos quando há intenção de gestação futura.

Mioma: quando buscar avaliação especializada

Menstruação que exige trocar absorvente a cada 1–2 horas ou dura mais de 7 dias

Sangramento fora do período menstrual

Cansaço fora do comum, palidez ou anemia já diagnosticada

Dor pélvica frequente ou dor na relação sexual

Sensação de peso no baixo ventre ou aumento do volume abdominal

Vontade de urinar toda hora ou intestino preso sem causa aparente

Mioma diagnosticado em quem deseja engravidar — agora ou no futuro

Indicação de histerectomia com vontade de discutir alternativas que preservem o útero

Dor pélvica súbita e intensa, com ou sem febre — avaliação no mesmo dia

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre mioma uterino

Mioma uterino — tecnicamente leiomioma — é um tumor benigno formado pelas células musculares do útero. É a alteração ginecológica benigna mais comum da idade reprodutiva: estudos estimam que 50% a 80% das mulheres desenvolvem ao menos um mioma até a menopausa, a maioria sem sintomas. Não é câncer. Os miomas podem ser únicos ou múltiplos, medir de milímetros a muitos centímetros e ocupar diferentes posições no útero — e é a localização, mais que o tamanho, que define os sintomas e o tratamento.

A retirada do útero (histerectomia) é o único tratamento que elimina definitivamente os miomas e a possibilidade de novos nódulos. As demais opções — acompanhamento, medicamentos, embolização e miomectomia — controlam sintomas ou removem os nódulos existentes, mas novos miomas podem surgir enquanto houver estímulo hormonal. Isso não torna essas opções inferiores: em muitas pacientes, controlar o sangramento e preservar o útero é exatamente o objetivo, e a recorrência pode nunca se tornar clinicamente relevante.

Não. O mioma é benigno e não se transforma em câncer. Existe um tumor maligno raro do músculo uterino, o leiomiossarcoma, que é uma doença distinta — não uma “evolução” do mioma — e costuma se comportar de forma diferente desde o início. Crescimento muito rápido do nódulo, principalmente depois da menopausa, é o sinal que justifica reavaliação criteriosa com exames de imagem, não motivo para alarme automático.

Não. Estima-se que só 25% a 30% das mulheres com miomas tenham sintomas relevantes. Miomas pequenos e assintomáticos podem ser apenas acompanhados com ultrassonografias periódicas. A intervenção é considerada quando há sangramento aumentado, anemia, dor, sintomas de compressão, impacto na fertilidade ou crescimento progressivo — e, mesmo nesses casos, a escolha entre medicamento, embolização, miomectomia e histerectomia é individualizada, conforme a classificação FIGO, a idade e o desejo reprodutivo.

Sim. A miomectomia retira apenas os nódulos e preserva o útero. Miomas submucosos costumam ser removidos por histeroscopia, sem cortes externos; miomas intramurais e subserosos, por videolaparoscopia ou cirurgia robótica em casos selecionados. É a opção habitual quando há desejo de engravidar — e a reconstrução da parede uterina em planos é parte decisiva da técnica quando existe intenção de gestação futura.

Na maioria dos casos, sim. O mioma isolado é causa pouco frequente de infertilidade. Os que mais interferem são os submucosos, que deformam a cavidade uterina e se associam a falhas de implantação e abortamento, e os intramurais volumosos que distorcem o endométrio. A decisão de tratar antes de tentar engravidar depende do tipo do mioma (FIGO), dos sintomas, da idade, da reserva ovariana e do histórico reprodutivo — não apenas da presença do nódulo no exame.

É o sistema da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO), publicado em 2011 e revisado em 2018, que numera os miomas de 0 a 8 conforme a localização no útero. Tipos 0 a 2 são submucosos (alcançam a cavidade uterina); tipos 3 e 4, intramurais (na parede muscular); tipos 5 e 6, subserosos (voltados para a superfície externa); tipo 7, subseroso pediculado; tipo 8, outras localizações, como o colo do útero. Há ainda miomas híbridos (ex.: 2-5), que atravessam mais de uma camada. A classificação orienta o tratamento: submucosos costumam ser tratados por histeroscopia; intramurais e subserosos, por laparoscopia ou via robótica.

“Mioma inflamado” não é um diagnóstico formal, mas descreve situações reais. Em geral, o termo se refere à degeneração do mioma — quando o nódulo cresce além do que sua irrigação sanguínea sustenta e parte do tecido sofre — ou à torção de um mioma pediculado. Pode causar dor pélvica súbita e intensa, sensibilidade local, febre baixa e mal-estar. Dor forte de início abrupto, sobretudo com febre ou vômitos, exige avaliação médica no mesmo dia.

Nenhuma é “melhor” em termos absolutos, são indicações diferentes. A embolização das artérias uterinas reduz o volume e o sangramento sem corte cirúrgico e costuma ser considerada em casos selecionados sem desejo reprodutivo; miomas submucosos e pediculados respondem de forma diferente ao método. A miomectomia remove os nódulos preservando o útero e é a escolha habitual quando há planos de gravidez. A histerectomia é o tratamento definitivo para casos selecionados. A escolha depende principalmente de onde os miomas estão, quantos são, qual o tamanho, se deformam a cavidade uterina, quais sintomas provocam e quais são os planos reprodutivos da paciente. É esse conjunto de critérios que deve orientar a decisão.

Não sozinho. Um mioma submucoso de 2 cm pode causar sangramento incapacitante e atrapalhar uma gestação, enquanto um subseroso de 10 cm pode permanecer anos sem sintomas. O que orienta a conduta é a combinação de quatro variáveis: localização (classificação FIGO), tamanho, sintomas e objetivos reprodutivos — avaliadas em conjunto, nunca por um número isolado do laudo.

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  1. American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG). Management of Symptomatic Uterine Leiomyomas — Practice Bulletin nº 228. Obstetrics & Gynecology, 2021.
  2. Munro MG et al. / FIGO. Sistemas PALM-COEIN e subclassificação dos leiomiomas uterinos (tipos 0 a 8). International Journal of Gynecology & Obstetrics, 2011; revisão 2018.
  3. FEBRASGO — Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Mioma uterino: um problema muito comum e quase silencioso. 2017.
  4. Ministério da Saúde / Conitec. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas — Leiomioma de Útero (Portaria Conjunta nº 11/2017; relatório preliminar de atualização em consulta pública, 2026).
  5. Fiocruz — Portal de Boas Práticas em Saúde da Mulher (IFF). Principais questões sobre miomatose: quando a cirurgia é indicada? 2021.
  6. American Society for Reproductive Medicine (ASRM). Removal of myomas in asymptomatic patients to improve fertility and/or reduce miscarriage rate: a guideline. Fertility and Sterility, 2017.
  7. StatPearls — NCBI Bookshelf. Uterine Fibroids (Leiomyoma): epidemiologia, proporção sintomática e dados sobre sarcoma em cirurgias por mioma presumido.

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Depoimentos de pacientes

Relatos sobre a experiência de atendimento

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Isa Blanco
15 days ago
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Faz 12 anos que o Dr. Alexander me trata! Além de excelente médico, ele é uma ser humano fantástico! Toda sua equipe é extremamente solicita e competente! Sua alta especialização em endometriose me trouxe cura e qualidade de vida! Eu não só recomendo seu trabalho, como sigo sendo sua paciente!
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Fernanda Guri
16 days ago
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Tive uma experiência excelente com o Dr. Alexander. Desde o primeiro atendimento, fui acolhida com muita atenção, segurança e profissionalismo. Ele foi extremamente cuidadoso ao explicar cada etapa, esclareceu todas as minhas dúvidas e demonstrou verdadeiro comprometimento com o meu caso. O que mais me marcou foi a forma humana e atenciosa com que fui tratada, transmitindo confiança e tranquilidade em um momento tão delicado. Existem anjos na Terra enviados por Deus e o Dr Alexander certamente é um deles! A equipe também foi muito prestativa e competente, tornando toda a experiência mais tranquila. Sou muito grata pelo cuidado, pela dedicação e pela segurança que senti durante todo o processo. Recomendo o Dr. Alexander com muita confiança e certamente o escolheria novamente.
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Claudio Yamasaki
26 days ago
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O Dr. Alexander é um excelente médico que acolheu nossa filha orientando e esclarecendo com muita paciência todas as suas dúvidas e as nossas também. Agradecemos imensamente a ele e toda sua equipe pelo sucesso e ótimo resultado da cirurgia da endometriose que realizaram em nossa filha!
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Vanina Nazario
57 days ago
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Minha experiência na Clinica Evince foi simplesmente maravilhosa. Desde o primeiro dia de atendimento até o pós cirurgico. Dr. Alexander é um medico super competente e atencioso. Faz questão de ouvir a queixa da paciente e explicar todo o processo cirúrgico, passando bastante seguranca em todos os momentos. Ja estive em consultas e fui operada por outros medicos aqui em Sao Paulo especialista na área de endomentriose mas o Dr. Alexander foi, e é o medico mais atencioso , cuidadoso e humano que eu ja conheci. Indico a todas as mulheres que sofrem com endometriose e/ou adenomise como eu, passar por uma consulta com ele. Sou muito grata a Dr. Alexander Kopelman e a toda a equipe que cuidou de mim: anestesista Dra Nakamura, instrumentador, medicos auxiliares, o medico gastro Dr. Hiroshi , as secretararias da Clinica Grazzi, Bianca, Paula muito educadas e organizadas. Enfim toda a equipe esta de parabens!! Vcs foram excelentes!! Obrigada por tudo!!
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Elaine Xavier
59 days ago
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Foi uma das mais confiantes e atenciosas equipe que ja me atendeu. Fiz a cirurgia com muita segurança e confiança. Dr. Alex tem muita experiência!
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Ivete Roumieh
66 days ago
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Atendimento 100%. Dr. Alexander extremamente atencioso e com uma excelente capacidade de tranquilizar as pacientes! Super recomendo. =)
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Bianca Moraes
67 days ago
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Gostaria de registrar minha imensa gratidão e parabenizar toda a equipe do Dr. Alexander Copelman pela excelência em cada etapa do meu tratamento. Desde o primeiro contato na recepção, fui acolhida com muita atenção, carinho e profissionalismo. Toda a equipe demonstrou competência, organização e um cuidado genuíno, transmitindo segurança em todos os momentos. A minha cirurgia robótica para histerectomia e tratamento da endometriose profunda foi um verdadeiro sucesso. O procedimento transcorreu sem qualquer intercorrência e minha recuperação tem sido surpreendente: não senti dores e, sinceramente, nem parece que passei por uma cirurgia. Só tenho elogios ao Dr. Alexander Copelman, pela competência técnica, dedicação e cuidado humanizado, e a toda a sua equipe, que tornou essa experiência muito mais tranquila do que eu imaginava. Minha gratidão a todos por devolverem minha qualidade de vida. Recomendo de olhos fechados!
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Fernanda Filgueiras
67 days ago
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Muito atencioso do início ao fim e a minha recuperação após a cirurgia tem sido ótima.
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Andre Barbosa profile picture
Andre Barbosa
78 days ago
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Nossa experiência com o Dr. Alexander Kopelman foi excepcional. Fizemos cinco tentativas de fertilização, pois nosso caso era mais complexo do que o habitual. Em todo esse processo, ele sempre demonstrou uma combinação rara de competência técnica, humanidade e sensibilidade. A cada etapa, investigava novas possibilidades, ajustava a estratégia e nos transmitia confiança sem criar falsas expectativas. Nunca perdemos a sensação de que estávamos em boas mãos. Hoje temos nosso filho graças a esse trabalho cuidadoso e perseverante. Sabemos que cinco tentativas não representam a realidade da maioria dos pacientes, mas, no nosso caso, o Dr. Alexander nunca desistiu de buscar a melhor solução. Também gostaríamos de agradecer a toda a equipe da clínica, que sempre nos tratou com muito carinho e atenção. Ao longo dessa caminhada, o Dr. Alexander conquistou não apenas nossa admiração, mas também nossa amizade. Somos profundamente gratos e o recomendamos de olhos fechados a quem busca um profissional extremamente competente e, acima de tudo, humano.
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Suderli Moura profile picture
Suderli Moura
103 days ago
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Sou muito grata pelo cuidado e profissionalismo do Dr. Alexander Kopelman e sua equipe com a minha filha. Ela chegou na clínica com um mioma grande e nós estávamos desesperadas e ansiosas para primeira consulta. Ele nos recebeu com um profissionalismo impecável, nos explicou detalhadamente todo o processo do tratamento e como seria a cirurgia, saímos da clínica aliviadas e mais tranquilas e seguras e com a certeza de que ele seria o médico que buscavamos. Acompanhei todo o processo passo a passo e foi incrível tudo ocorreu exatamente como ele falou! Só tenho a agradecer ao Dr. Alexandre Kopelman e toda a sua equipe pelo carinho e acolhimento. Que Deus o abençoe grandemente com muita saúde! Para quem busca segurança e confiança ele é o ideal. Muito obrigada ao Dr. e a todos de sua equipe.
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Carolina Moura profile picture
Carolina Moura
103 days ago
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Minha experiência com o Dr. Alexander e toda a sua equipe foi maravilhosa! Passei por uma cirurgia para retirada de um mioma e, desde a primeira consulta, fui acolhida com muita atenção, calma e profissionalismo. Na primeira consulta cheguei desesperada, ele esclareceu todas as minhas dúvidas, diminuiu meus medos e me trouxe muita segurança, inclusive em relação a uma futura gestação (meu maior receio era não conseguir engravidar no futuro). A cirurgia e a recuperação foram excelentes, o doutor e sua equipe me acompanharam em todos os momentos, inclusive muito presentes no período pós operatório. Esse cuidado e acompanhamento durante todo o processo faz toda a diferença, principalmente para pessoas ansiosas como eu. Recomendo com total confiança!
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barbara lemos profile picture
barbara lemos
103 days ago
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Melhor atendimento que pude ter! Um profissional excelente e humano, entendendo nossas sensibilidades e dores e além de tudo estando sempre disponível para nós! Muito obrigada por tudo Dr!
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Gislene Gentil profile picture
Gislene Gentil
106 days ago
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Eu e meu marido recebemos a indicação do Dr. Alexander de uma prima que foi muito bem atendida por ele e conosco não foi diferente. Fomos muito bem atendidos por toda equipe e pelo Dr. Alexander que sempre de maneira muito profissional e empática nos escutava com atenção, nos explicava os processos com muita clareza e acolhedora, nos apresentando diversas possibilidades que nos auxiliaram a chegar ao nosso objetivo. Somos muito gratos ao Dr. Alexander e equipe por todo apoio. Recomendamos!
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rafisa santana de souza profile picture
rafisa santana de souza
131 days ago
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Dr. Alexander é um profissional excelente! Minha cirurgia de endometriose profunda foi um sucesso graças à sua competência, dedicação e cuidado humano. Muito atencioso, transmite segurança e confiança em todos os momentos. Sou imensamente grata e recomendo de olhos fechados!
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Talitha B B profile picture
Talitha B B
131 days ago
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Conheci o Dr. Alexander por recomendação de uma amiga. Fiz a minha cirurgia com ele e ocorreu tudo bem. Ele e a equipe são muito atenciosos e experientes. Fiquei muito tranquila e confiante durante todo o processo.
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Camila Oliboni profile picture
Camila Oliboni
159 days ago
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Gostaria de deixar registrado meu imenso carinho e gratidão pelo Dr. Alexander Kopelman. Ele e sua equipe foram impecáveis em todas as etapas do processo de FIV. Ele sempre me deixou muito bem informada sobre cada passo, tirando todas as dúvidas com muita clareza. E acima de tudo, é um profissional extremamente humano, próximo e muito cuidadoso. Em nenhum momento me senti apenas "mais uma paciente”. É nítido o amor que ele tem pelo que faz, e isso faz toda a diferença. Hoje tenho minha filha caçula e estou muito feliz e realizada. ♥️
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Yvonne Strömel profile picture
Yvonne Strömel
178 days ago
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Após anos com um controle limitado da doença, procurei o Dr. Alexander para uma segunda opinião. Anteriormente, uma cirurgia na Europa e tratamentos de fertilidade me permitiram ter meus dois filhos maravilhosos, mas os sintomas retornaram. Como já passei por diversos tratamentos, eu estava insegura, mas senti-me acolhida e segura com ele e sua equipe desde o início. Os exames foram minuciosos e todos os resultados foram discutidos detalhadamente (inclusive em inglês, o que foi essencial para mim). Sou muito grata ao Dr. Alexander e a toda a equipe: tudo funcionou perfeitamente, desde a organização pré-operatória até o acompanhamento após a cirurgia. Quatro meses depois, sinto-me muito bem e recuperei uma qualidade de vida que não imaginava ser possível. 🙏🏻
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Ana Carolina Camargo profile picture
Ana Carolina Camargo
185 days ago
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Excelentes profissionais, clínica e pós operatório. Dr Alexander um profissional humano, claro e bastante ponderado. Me “salvou” de um diagnóstico que havia tido errado, e com isso, consegui operar a tempo de não ter complicações piores. O pós cirúrgico foi surpreendente. Zero dor. Um acompanhamento excepcional. Super indico a todas as mulheres com endometriose esse profissional e equipe! Obrigada pelo acolhimento.
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Sirlene Cervera profile picture
Sirlene Cervera
213 days ago
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Daniele Caden Almeida profile picture
Daniele Caden Almeida
229 days ago
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O que falar do Dr. Alexander, simplesmente um dos melhores médicos particulares com quem já passei na minha vida, o tipo de profissional que nos dá vontade de tomar um café e conversar por muito tempo. Dr. Atencioso desde a primeira consulta, explicando minimamente os detalhes, com muita ênfase em cada situação e nos dá alternativas viáveis para o pós-cirúrgico. A minha vida estava um tormento, senti dores lombares e musculares que irradiavam para as pernas, cólicas que me atingiam desde a ovulação até durante/depois da fase menstrual, estava me causando depressão, a minha autoestima não era a mesma. Depois que comecei a ir ao consultório, fiz exames especializados, encontramos o diagnóstico real da situação, fazer a cirurgia foi um dos caminhos para a melhora da minha saúde. Fiz a cirurgia em 09/10/25, preciso dizer que a equipe médica que me recebeu antes, durante e pós-cirúrgico foi excelente, amei a anestesista, gostei de tudo, o hospital em que fiquei internada também prestou ótimo serviço durante minhas diárias, o Dr. também anotou meu número particular e ficou à disposição o tempo todo para complicações. Não tive, segui conforme fui orientada. As dores melhoraram, as cólicas surgem mais pontuais, sendo um ou dois dias no máximo, antigamente tinha constantemente. Recuperei a minha vida sexual por não ter mais as dores como antes. Estou na fase de tentante agora, quem sabe eu volto para continuar a minha história sobre uma possível gravidez. Tudo é possível para Deus. A equipe do consultório também é excelente, com educação, simpatia, sempre pontuais para tais questões financeiras, recepção, agendamento e até mesmo assuntos médicos.
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Aviso médico

Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa. Não substitui consulta médica, exame físico ou avaliação individualizada. Diagnóstico e tratamento devem ser definidos por profissional habilitado, considerando o histórico, os exames e os objetivos de cada paciente.

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