Diagnóstico por Imagem

Mapeamento de endometriose: ultrassom com preparo e ressonância

O que cada exame mostra, quando cada um é indicado e, sobretudo, o que o mapeamento muda na decisão entre tratar clinicamente, operar ou priorizar a fertilidade.

Muitas mulheres chegam à consulta com exames de imagem na mão e a sensação de que eles não explicam o que sentem. Às vezes o ultrassom de rotina veio normal apesar da dor. Às vezes um laudo cita um nódulo sem dizer onde exatamente ele está, quanto mede ou o que atinge. Em ambos os casos, o problema costuma não estar na paciente nem na doença, e sim no tipo de exame que foi feito.

Os dois exames indicados para investigar endometriose profunda são o ultrassom transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética da pelve com protocolo específico para a doença. Nenhum dos dois é um ultrassom ginecológico comum: ambos seguem roteiros sistemáticos de mapeamento, descritos em consensos internacionais, e ambos dependem da experiência de quem realiza e interpreta. O objetivo não é apenas responder se há endometriose — é descrever onde as lesões estão, que órgãos alcançam e em que profundidade, a informação que sustenta a decisão sobre tratamento clínico, cirurgia ou reprodução assistida.

Quais exames detectam a endometriose?

Os exames de imagem indicados para mapear a endometriose são o ultrassom transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética de pelve com protocolo específico. Segundo a diretriz da ESHRE (2022), a imagem é o primeiro passo da investigação — a laparoscopia deixou de ser exigida para o diagnóstico. Em serviços experientes, os dois exames têm desempenho semelhante para endometriose profunda; a escolha e a eventual combinação dependem do caso. Um exame normal, porém, não exclui a doença.

O que os exames de imagem respondem — e o que eles não respondem

O diagnóstico de endometriose começa pela história clínica e pelo exame ginecológico. A imagem entra depois, e a pergunta que ela responde não é apenas “existe a doença”, e sim “qual é a extensão dela”. A diretriz da ESHRE (Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, 2022) consolidou essa mudança: a investigação por imagem passou a ser o caminho recomendado, e a laparoscopia deixou de ser considerada o padrão-ouro obrigatório para diagnosticar a doença.

Um mapeamento bem feito descreve a localização de cada lesão, seu tamanho, a profundidade de infiltração, quais órgãos estão envolvidos e como as estruturas pélvicas se movimentam entre si — um dado que indica a presença de aderências. É esse conjunto que permite prever a complexidade de uma cirurgia, definir se outras especialidades precisam estar na sala e estimar riscos.

O que a imagem não faz é substituir a avaliação clínica. Lesões superficiais frequentemente não aparecem em nenhum exame, e a intensidade dos sintomas não guarda relação proporcional com o que se vê nas imagens: há mulheres com dor incapacitante e mapeamento discreto, e mulheres com lesões extensas e poucos sintomas. A consequência de não diagnosticar é conhecida — revisão sistemática recente registrou tempo total até o diagnóstico variando de 5 a 12 anos nos países avaliados (De Corte et al., BJOG, 2025), em uma doença que a OMS estima atingir cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva.

Quando a endometriose está associada à infertilidade, a decisão entre operar e partir para a fertilização in vitro não nasce de um exame isolado: o mapeamento entra na conta junto com idade, reserva ovariana, intensidade dos sintomas e tempo de tentativa. Os critérios que pesam de cada lado estão reunidos na página sobre cirurgia ou FIV na endometriose.

O que o mapeamento avalia, compartimento por compartimento

Ovários

Presença, tamanho e lateralidade de endometriomas; mobilidade de cada ovário; aderência entre eles ou com estruturas vizinhas.

Útero

Sinais de adenomiose — condição que frequentemente acompanha a endometriose —, posição e mobilidade uterina.

Ligamentos uterossacros e torus uterino

Espessamentos e nódulos nos ligamentos que sustentam o útero, um dos locais mais frequentes da doença profunda.

Septo retovaginal e fórnice posterior

Nódulos entre a vagina e o reto, com dimensões e relações — região que o ultrassom de rotina não avalia de forma dirigida.

Retossigmoide

Lesões na parede do intestino: localização, extensão, camadas envolvidas e distância em relação à margem anal — medidas que definem a técnica cirúrgica.

Bexiga e ureteres

Nódulos vesicais e sua relação com o trígono; dilatação ou comprometimento ureteral, com eventuais repercussões renais.

Ultrassom transvaginal com preparo intestinal

Utiliza a mesma tecnologia do ultrassom transvaginal de rotina, mas se diferencia em dois pontos: exige preparo do intestino antes e segue um roteiro de avaliação por compartimentos, com manobras dinâmicas que testam a mobilidade dos órgãos em tempo real — incluindo o sinal do deslizamento, que indica se o útero e o reto se movem livremente ou estão aderidos. Esse roteiro está padronizado no consenso IDEA (International Deep Endometriosis Analysis, 2016), adotado internacionalmente como referência para o mapeamento ultrassonográfico da doença. Como o exame é conduzido na prática, quanto tempo costuma durar e o que a paciente sente estão descritos na página sobre ultrassom com preparo intestinal.

Por que o preparo intestinal muda o resultado

Gases e resíduos no intestino formam barreira acústica e escondem justamente a região onde as lesões profundas se instalam com mais frequência. O preparo reduz essa interferência e permite avaliar a parede intestinal camada por camada — condição para medir a profundidade de invasão e a distância da lesão até a margem anal. O protocolo de preparo varia conforme o serviço e costuma ser informado no agendamento; as orientações práticas de como se preparar estão reunidas na página dedicada ao preparo do exame.

Ressonância magnética com protocolo para endometriose

A ressonância não é um exame superior nem inferior ao ultrassom: é um exame com outro alcance. Ela acrescenta visão ampla e em múltiplos planos, útil quando a doença atinge mais de um compartimento ao mesmo tempo; avalia melhor lesões altas, fora do alcance do transdutor vaginal, incluindo a região do diafragma; caracteriza endometriomas em casos de dúvida; e ajuda na leitura de aderências extensas em pacientes já operadas.

O protocolo importa tanto quanto o equipamento. Uma ressonância de pelve solicitada sem protocolo específico para endometriose pode não incluir as sequências que revelam as lesões — por isso a Society of Abdominal Radiology publicou recomendações técnicas dedicadas ao exame na doença (Tong et al., Abdominal Radiology, 2020). Ao agendar, vale confirmar que o serviço realiza o estudo com protocolo para endometriose, e não apenas uma ressonância pélvica convencional.

Quando a ressonância costuma ser indicada

Situações em que ela entra no mapeamento:

  • quando o ultrassom sugere doença multifocal;
  • quando há suspeita de comprometimento ureteral;
  • quando existe história de cirurgia prévia com anatomia alterada;
  • quando o quadro clínico não se explica pelo que o ultrassom mostrou;
  • no planejamento de cirurgias de maior complexidade, em que a extensão precisa ser conhecida com antecedência.

Ultrassom ou ressonância?

A pergunta aparece com frequência e admite uma resposta honesta: em mãos experientes, os dois exames têm desempenho semelhante para endometriose profunda. É o que mostrou a revisão sistemática com meta-análise que comparou os dois métodos nas mesmas pacientes (Guerriero et al., Ultrasound in Obstetrics & Gynecology, 2018). O ultrassom com preparo costuma ser mais acessível, mais rápido e dinâmico — permite testar mobilidade e localizar o ponto de dor durante o próprio exame — e é a primeira escolha na maioria das situações. A ressonância tende a ser preferida quando a doença é extensa, quando há suspeita de acometimento fora da pelve ou quando a anatomia já foi modificada por cirurgias anteriores.

Em parte dos casos, os dois se complementam — e essa não é uma redundância: cada um enxerga melhor um aspecto do mesmo problema.

Aspecto Ultrassom com preparo Ressonância com protocolo
Avaliação dinâmica Sim — mobilidade e dor testadas em tempo real Não — imagem estática
Parede intestinal Avaliação camada por camada, com medidas Boa visão de conjunto do segmento acometido
Lesões altas e diafragma Fora do alcance do transdutor Alcança compartimentos altos e múltiplos planos
Pós-cirúrgico com anatomia alterada Mais limitado Leitura mais confortável de aderências extensas
Dependência do executor Alta — exame operador-dependente Alta — protocolo e leitura especializados

Uma tentação a evitar é tratar a escolha como disputa. A pergunta útil não é qual exame é melhor, e sim qual combinação descreve o seu caso por inteiro.

O que o mapeamento muda na decisão

Na indicação cirúrgica

Nem toda lesão identificada precisa ser operada. A extensão descrita, somada aos sintomas e ao desejo reprodutivo, define se a conduta inicial pode ser clínica ou se a cirurgia se justifica.

No planejamento da cirurgia

Distância da lesão até a margem anal, camadas intestinais envolvidas e comprometimento ureteral definem a técnica, a equipe em sala e a conversa sobre riscos — a diferença entre uma cirurgia planejada e uma cirurgia descoberta durante o ato.

Na decisão entre cirurgia e FIV

Quando existe desejo de engravidar, o mapeamento entra na equação junto com idade, reserva ovariana e tempo de tentativa. A decisão entre operar primeiro ou partir para a fertilização in vitro não deve nascer de um exame isolado.

Na preservação da fertilidade

Em casos com endometrioma bilateral ou reserva ovariana reduzida, o mapeamento ajuda a discutir o congelamento de óvulos antes de uma cirurgia que possa impactar a função ovariana.

No acompanhamento sem cirurgia

Quando a conduta é clínica, o mapa inicial vira linha de base: exames seguintes verificam se a lesão está estável, em intervalos definidos caso a caso.

Por que o resultado depende de quem faz o exame

Este é o ponto menos discutido e o que mais explica laudos divergentes sobre a mesma paciente. Diferentemente de exames automatizados, o mapeamento da endometriose depende de quem opera o aparelho no momento do exame: é preciso conhecer o roteiro de compartimentos, reconhecer lesões pequenas, executar as manobras de mobilidade e descrever o achado em linguagem que o cirurgião consiga usar depois. O mesmo equipamento produz resultados diferentes conforme a experiência do profissional.

Na prática, um exame normal realizado sem protocolo específico não tem o mesmo valor de um exame normal realizado em serviço com experiência na doença.

O que um laudo de mapeamento deveria descrever

Um laudo útil para planejamento costuma percorrer os pontos abaixo. A lista serve para que a paciente entenda o que está lendo — não como critério para avaliar o profissional que realizou o exame.

  • Ovários: presença, tamanho e lateralidade de endometriomas; mobilidade de cada ovário; aderência entre eles;
  • Útero: sinais de adenomiose; posição; mobilidade;
  • Ligamentos uterossacros e torus uterino: espessamento, nódulos, medidas;
  • Septo retovaginal e fórnice vaginal posterior: presença de nódulo e suas dimensões;
  • Retossigmoide: localização da lesão, distância em relação à margem anal, extensão longitudinal, proporção da circunferência acometida e camadas da parede envolvidas;
  • Bexiga: nódulo, localização e relação com o trígono vesical;
  • Ureteres: dilatação, comprometimento, sinais de repercussão renal;
  • Aderências: mobilidade das estruturas e obliteração do fundo de saco.

Quando esses elementos estão descritos, a conversa na consulta muda de qualidade. Quando estão ausentes, boa parte do tempo é gasta reconstruindo informação que o exame deveria ter fornecido. Esse padrão de descrição por compartimentos segue a lógica do consenso IDEA (2016), a referência internacional para a nomenclatura do mapeamento.

Quando o mapeamento costuma ser indicado

Cólica menstrual intensa que não melhora com analgésicos ou anticoncepcionais

Dor durante ou após a relação sexual

Dor para evacuar ou sangramento nas fezes no período menstrual

Sintomas urinários cíclicos

Infertilidade sem causa aparente

Endometrioma identificado em exame prévio

Planejamento antes de qualquer cirurgia por suspeita de endometriose

Exame normal não exclui endometriose

Lesões superficiais podem não aparecer em nenhum exame de imagem, e lesões profundas pequenas podem passar despercebidas fora de serviços com experiência na doença. Um exame sem alterações reduz a probabilidade de doença extensa, mas não encerra a investigação quando os sintomas permanecem.

O exame de sangue CA-125 também não resolve essa questão: pode estar elevado em mulheres sem endometriose e normal em mulheres com doença avançada — a própria diretriz da ESHRE (2022) desaconselha o uso de biomarcadores isolados para diagnosticar ou excluir a doença.

Revisão de exames já realizados

Nem sempre é necessário repetir exames. Quando exames recentes já existem, a avaliação especializada costuma começar pela revisão desse material: verificar se o protocolo utilizado era adequado, se o laudo descreve os elementos necessários ao planejamento e se os achados são compatíveis com o quadro clínico. Exames repetidos sem essa análise prévia raramente acrescentam informação nova.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Em parte dos casos. O ultrassom de rotina identifica bem endometriomas de ovário, mas não foi desenhado para avaliar lesões profundas em intestino, bexiga, ureteres ou ligamentos. Para essa finalidade, é necessário o exame com preparo intestinal e roteiro de mapeamento.

Costuma ser descrito como desconfortável, não doloroso. Em algumas mulheres, a compressão de pontos com lesão gera dor — e essa informação é, ela própria, um dado clínico útil, porque localiza a doença.

Nem sempre. Na maioria dos casos um dos dois exames já é suficiente. A ressonância é acrescentada quando há doença multifocal, suspeita de acometimento fora da pelve, anatomia alterada por cirurgias prévias ou discordância entre o quadro clínico e o que o ultrassom mostrou.

Exame normal não exclui endometriose. Lesões superficiais frequentemente não aparecem em imagem, e lesões profundas pequenas podem não ser identificadas fora de serviços com experiência. Quando a história clínica é sugestiva, a investigação prossegue considerando sintomas, exame físico e a qualidade técnica do exame realizado.

Tecnicamente é possível, mas costuma-se evitar por desconforto. A orientação sobre o melhor momento do ciclo é dada no agendamento e varia conforme o serviço.

Mais que um ultrassom de rotina, porque o roteiro de mapeamento percorre vários compartimentos e inclui manobras dinâmicas. A duração exata varia conforme os achados.

Depende do caso. Em pacientes em acompanhamento clínico, a repetição periódica ajuda a verificar se a lesão está estável. A frequência é definida individualmente, conforme sintomas, tratamento em curso e localização da doença.

Sim. O laudo descreve achados; a conduta é definida na consulta, cruzando a imagem com sintomas, idade, desejo reprodutivo, histórico cirúrgico e resposta a tratamentos anteriores. Um mesmo achado pode levar a condutas diferentes em pacientes diferentes.

Na maioria dos casos, sim, desde que haja indicação clínica e pedido médico com a hipótese diagnóstica descrita. A codificação usada costuma ser a da ultrassonografia transvaginal — o preparo intestinal e o roteiro de mapeamento não constituem procedimento à parte. A cobertura varia conforme o plano e a rede credenciada, e alguns exigem autorização prévia. Vale confirmar com a operadora antes de agendar.

O valor varia conforme o serviço e a região. Pesam principalmente a experiência da equipe em mapeamento de endometriose, o tempo de exame — o roteiro por compartimentos é mais longo que um ultrassom de rotina —, a necessidade de combinar ultrassom e ressonância em parte dos casos e o nível de detalhamento do laudo. Um exame sem protocolo específico pode não responder às perguntas que o planejamento cirúrgico exige.

Avaliação especializada

Se você tem exames em mãos e continua sem clareza sobre o próximo passo, ou se recebeu orientações diferentes sobre operar ou não, a avaliação especializada pode ajudar a organizar as informações e definir o caminho mais adequado para o seu caso.

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  1. ESHRE — European Society of Human Reproduction and Embryology. Guideline: Endometriosis (2022). Disponível em: eshre.eu — acesso em 07/08/2026.
  2. Guerriero S, Condous G, van den Bosch T, et al. Systematic approach to sonographic evaluation of the pelvis in women with suspected endometriosis (IDEA consensus). Ultrasound in Obstetrics & Gynecology. 2016;48(3):318-332. doi.org/10.1002/uog.15955 — acesso em 07/08/2026.
  3. Guerriero S, Saba L, Pascual MA, et al. Transvaginal ultrasound vs magnetic resonance imaging for diagnosing deep infiltrating endometriosis: systematic review and meta-analysis. Ultrasound in Obstetrics & Gynecology. 2018;51(5):586-595. doi.org/10.1002/uog.18961 — acesso em 07/08/2026.
  4. Tong A, VanBuren WM, Chamié L, et al. Recommendations for MRI technique in the evaluation of pelvic endometriosis — consenso da Society of Abdominal Radiology. Abdominal Radiology. 2020;45(6):1569-1586. doi.org/10.1007/s00261-020-02483-w — acesso em 07/08/2026.
  5. De Corte P, Klinghardt M, von Stockum S, et al. Time to Diagnose Endometriosis: Current Status, /Challenges and Regional Characteristics — A Systematic Literature Review. BJOG. 2025;132(2):118-130. doi.org/10.1111/1471-0528.17973 — acesso em 07/08/2026.
  6. Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO). Endometriosis — Fact sheet. Disponível em: who.int — acesso em 07/08/2026.

Conteúdo revisado clinicamente pelo Prof. Dr. Alexander Kopelman — CRM-SP 103.944 — Última revisão: 01/09/2026.

Aviso médico: este conteúdo tem caráter informativo e não substitui consulta médica, diagnóstico ou indicação de tratamento. Cada caso deve ser avaliado individualmente.

O diagnóstico por imagem é parte de uma avaliação mais ampla.

A integração entre exames, sintomas, histórico clínico e planejamento reprodutivo permite definir os próximos passos com maior precisão.

Depoimentos de pacientes

Relatos sobre a experiência de atendimento

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Isa Blanco
9 days ago
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Faz 12 anos que o Dr. Alexander me trata! Além de excelente médico, ele é uma ser humano fantástico! Toda sua equipe é extremamente solicita e competente! Sua alta especialização em endometriose me trouxe cura e qualidade de vida! Eu não só recomendo seu trabalho, como sigo sendo sua paciente!
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Fernanda Guri
10 days ago
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Tive uma experiência excelente com o Dr. Alexander. Desde o primeiro atendimento, fui acolhida com muita atenção, segurança e profissionalismo. Ele foi extremamente cuidadoso ao explicar cada etapa, esclareceu todas as minhas dúvidas e demonstrou verdadeiro comprometimento com o meu caso. O que mais me marcou foi a forma humana e atenciosa com que fui tratada, transmitindo confiança e tranquilidade em um momento tão delicado. Existem anjos na Terra enviados por Deus e o Dr Alexander certamente é um deles! A equipe também foi muito prestativa e competente, tornando toda a experiência mais tranquila. Sou muito grata pelo cuidado, pela dedicação e pela segurança que senti durante todo o processo. Recomendo o Dr. Alexander com muita confiança e certamente o escolheria novamente.
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Claudio Yamasaki
20 days ago
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O Dr. Alexander é um excelente médico que acolheu nossa filha orientando e esclarecendo com muita paciência todas as suas dúvidas e as nossas também. Agradecemos imensamente a ele e toda sua equipe pelo sucesso e ótimo resultado da cirurgia da endometriose que realizaram em nossa filha!
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Vanina Nazario
51 days ago
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Minha experiência na Clinica Evince foi simplesmente maravilhosa. Desde o primeiro dia de atendimento até o pós cirurgico. Dr. Alexander é um medico super competente e atencioso. Faz questão de ouvir a queixa da paciente e explicar todo o processo cirúrgico, passando bastante seguranca em todos os momentos. Ja estive em consultas e fui operada por outros medicos aqui em Sao Paulo especialista na área de endomentriose mas o Dr. Alexander foi, e é o medico mais atencioso , cuidadoso e humano que eu ja conheci. Indico a todas as mulheres que sofrem com endometriose e/ou adenomise como eu, passar por uma consulta com ele. Sou muito grata a Dr. Alexander Kopelman e a toda a equipe que cuidou de mim: anestesista Dra Nakamura, instrumentador, medicos auxiliares, o medico gastro Dr. Hiroshi , as secretararias da Clinica Grazzi, Bianca, Paula muito educadas e organizadas. Enfim toda a equipe esta de parabens!! Vcs foram excelentes!! Obrigada por tudo!!
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Elaine Xavier
53 days ago
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Foi uma das mais confiantes e atenciosas equipe que ja me atendeu. Fiz a cirurgia com muita segurança e confiança. Dr. Alex tem muita experiência!
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Ivete Roumieh
60 days ago
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Atendimento 100%. Dr. Alexander extremamente atencioso e com uma excelente capacidade de tranquilizar as pacientes! Super recomendo. =)
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Bianca Moraes
61 days ago
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Gostaria de registrar minha imensa gratidão e parabenizar toda a equipe do Dr. Alexander Copelman pela excelência em cada etapa do meu tratamento. Desde o primeiro contato na recepção, fui acolhida com muita atenção, carinho e profissionalismo. Toda a equipe demonstrou competência, organização e um cuidado genuíno, transmitindo segurança em todos os momentos. A minha cirurgia robótica para histerectomia e tratamento da endometriose profunda foi um verdadeiro sucesso. O procedimento transcorreu sem qualquer intercorrência e minha recuperação tem sido surpreendente: não senti dores e, sinceramente, nem parece que passei por uma cirurgia. Só tenho elogios ao Dr. Alexander Copelman, pela competência técnica, dedicação e cuidado humanizado, e a toda a sua equipe, que tornou essa experiência muito mais tranquila do que eu imaginava. Minha gratidão a todos por devolverem minha qualidade de vida. Recomendo de olhos fechados!
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Fernanda Filgueiras
61 days ago
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Muito atencioso do início ao fim e a minha recuperação após a cirurgia tem sido ótima.
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Andre Barbosa
72 days ago
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Nossa experiência com o Dr. Alexander Kopelman foi excepcional. Fizemos cinco tentativas de fertilização, pois nosso caso era mais complexo do que o habitual. Em todo esse processo, ele sempre demonstrou uma combinação rara de competência técnica, humanidade e sensibilidade. A cada etapa, investigava novas possibilidades, ajustava a estratégia e nos transmitia confiança sem criar falsas expectativas. Nunca perdemos a sensação de que estávamos em boas mãos. Hoje temos nosso filho graças a esse trabalho cuidadoso e perseverante. Sabemos que cinco tentativas não representam a realidade da maioria dos pacientes, mas, no nosso caso, o Dr. Alexander nunca desistiu de buscar a melhor solução. Também gostaríamos de agradecer a toda a equipe da clínica, que sempre nos tratou com muito carinho e atenção. Ao longo dessa caminhada, o Dr. Alexander conquistou não apenas nossa admiração, mas também nossa amizade. Somos profundamente gratos e o recomendamos de olhos fechados a quem busca um profissional extremamente competente e, acima de tudo, humano.
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Suderli Moura profile picture
Suderli Moura
97 days ago
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Sou muito grata pelo cuidado e profissionalismo do Dr. Alexander Kopelman e sua equipe com a minha filha. Ela chegou na clínica com um mioma grande e nós estávamos desesperadas e ansiosas para primeira consulta. Ele nos recebeu com um profissionalismo impecável, nos explicou detalhadamente todo o processo do tratamento e como seria a cirurgia, saímos da clínica aliviadas e mais tranquilas e seguras e com a certeza de que ele seria o médico que buscavamos. Acompanhei todo o processo passo a passo e foi incrível tudo ocorreu exatamente como ele falou! Só tenho a agradecer ao Dr. Alexandre Kopelman e toda a sua equipe pelo carinho e acolhimento. Que Deus o abençoe grandemente com muita saúde! Para quem busca segurança e confiança ele é o ideal. Muito obrigada ao Dr. e a todos de sua equipe.
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Carolina Moura profile picture
Carolina Moura
97 days ago
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Minha experiência com o Dr. Alexander e toda a sua equipe foi maravilhosa! Passei por uma cirurgia para retirada de um mioma e, desde a primeira consulta, fui acolhida com muita atenção, calma e profissionalismo. Na primeira consulta cheguei desesperada, ele esclareceu todas as minhas dúvidas, diminuiu meus medos e me trouxe muita segurança, inclusive em relação a uma futura gestação (meu maior receio era não conseguir engravidar no futuro). A cirurgia e a recuperação foram excelentes, o doutor e sua equipe me acompanharam em todos os momentos, inclusive muito presentes no período pós operatório. Esse cuidado e acompanhamento durante todo o processo faz toda a diferença, principalmente para pessoas ansiosas como eu. Recomendo com total confiança!
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barbara lemos
97 days ago
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Melhor atendimento que pude ter! Um profissional excelente e humano, entendendo nossas sensibilidades e dores e além de tudo estando sempre disponível para nós! Muito obrigada por tudo Dr!
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Gislene Gentil
100 days ago
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Eu e meu marido recebemos a indicação do Dr. Alexander de uma prima que foi muito bem atendida por ele e conosco não foi diferente. Fomos muito bem atendidos por toda equipe e pelo Dr. Alexander que sempre de maneira muito profissional e empática nos escutava com atenção, nos explicava os processos com muita clareza e acolhedora, nos apresentando diversas possibilidades que nos auxiliaram a chegar ao nosso objetivo. Somos muito gratos ao Dr. Alexander e equipe por todo apoio. Recomendamos!
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rafisa santana de souza
125 days ago
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Dr. Alexander é um profissional excelente! Minha cirurgia de endometriose profunda foi um sucesso graças à sua competência, dedicação e cuidado humano. Muito atencioso, transmite segurança e confiança em todos os momentos. Sou imensamente grata e recomendo de olhos fechados!
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Talitha B B
125 days ago
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Conheci o Dr. Alexander por recomendação de uma amiga. Fiz a minha cirurgia com ele e ocorreu tudo bem. Ele e a equipe são muito atenciosos e experientes. Fiquei muito tranquila e confiante durante todo o processo.
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Camila Oliboni
153 days ago
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Gostaria de deixar registrado meu imenso carinho e gratidão pelo Dr. Alexander Kopelman. Ele e sua equipe foram impecáveis em todas as etapas do processo de FIV. Ele sempre me deixou muito bem informada sobre cada passo, tirando todas as dúvidas com muita clareza. E acima de tudo, é um profissional extremamente humano, próximo e muito cuidadoso. Em nenhum momento me senti apenas "mais uma paciente”. É nítido o amor que ele tem pelo que faz, e isso faz toda a diferença. Hoje tenho minha filha caçula e estou muito feliz e realizada. ♥️
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Yvonne Strömel
172 days ago
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Após anos com um controle limitado da doença, procurei o Dr. Alexander para uma segunda opinião. Anteriormente, uma cirurgia na Europa e tratamentos de fertilidade me permitiram ter meus dois filhos maravilhosos, mas os sintomas retornaram. Como já passei por diversos tratamentos, eu estava insegura, mas senti-me acolhida e segura com ele e sua equipe desde o início. Os exames foram minuciosos e todos os resultados foram discutidos detalhadamente (inclusive em inglês, o que foi essencial para mim). Sou muito grata ao Dr. Alexander e a toda a equipe: tudo funcionou perfeitamente, desde a organização pré-operatória até o acompanhamento após a cirurgia. Quatro meses depois, sinto-me muito bem e recuperei uma qualidade de vida que não imaginava ser possível. 🙏🏻
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Ana Carolina Camargo
179 days ago
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Excelentes profissionais, clínica e pós operatório. Dr Alexander um profissional humano, claro e bastante ponderado. Me “salvou” de um diagnóstico que havia tido errado, e com isso, consegui operar a tempo de não ter complicações piores. O pós cirúrgico foi surpreendente. Zero dor. Um acompanhamento excepcional. Super indico a todas as mulheres com endometriose esse profissional e equipe! Obrigada pelo acolhimento.
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Sirlene Cervera
207 days ago
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Daniele Caden Almeida
223 days ago
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O que falar do Dr. Alexander, simplesmente um dos melhores médicos particulares com quem já passei na minha vida, o tipo de profissional que nos dá vontade de tomar um café e conversar por muito tempo. Dr. Atencioso desde a primeira consulta, explicando minimamente os detalhes, com muita ênfase em cada situação e nos dá alternativas viáveis para o pós-cirúrgico. A minha vida estava um tormento, senti dores lombares e musculares que irradiavam para as pernas, cólicas que me atingiam desde a ovulação até durante/depois da fase menstrual, estava me causando depressão, a minha autoestima não era a mesma. Depois que comecei a ir ao consultório, fiz exames especializados, encontramos o diagnóstico real da situação, fazer a cirurgia foi um dos caminhos para a melhora da minha saúde. Fiz a cirurgia em 09/10/25, preciso dizer que a equipe médica que me recebeu antes, durante e pós-cirúrgico foi excelente, amei a anestesista, gostei de tudo, o hospital em que fiquei internada também prestou ótimo serviço durante minhas diárias, o Dr. também anotou meu número particular e ficou à disposição o tempo todo para complicações. Não tive, segui conforme fui orientada. As dores melhoraram, as cólicas surgem mais pontuais, sendo um ou dois dias no máximo, antigamente tinha constantemente. Recuperei a minha vida sexual por não ter mais as dores como antes. Estou na fase de tentante agora, quem sabe eu volto para continuar a minha história sobre uma possível gravidez. Tudo é possível para Deus. A equipe do consultório também é excelente, com educação, simpatia, sempre pontuais para tais questões financeiras, recepção, agendamento e até mesmo assuntos médicos.
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Aviso médico

Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa. Não substitui consulta médica, exame físico ou avaliação individualizada. Diagnóstico e tratamento devem ser definidos por profissional habilitado, considerando o histórico, os exames e os objetivos de cada paciente.

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